GasNet - O Site do Gás Natural e GNV    
Distribuição Produção Legislação Termelétricas GD - Geração Distribuída Novas Tecnologias Cursos & Eventos Instituições

Tenha o GasNet no seu celular

Disponível para iPhone na AppStore

Disponível para Android na GooglePlay

 
 
Atena Engenharia Leia as histórias do Netinho (nosso mascote) Acesse a nossa seção e saiba tudo sobre GNV Leia as histórias do Netinho (nosso mascote)
  Geral - Reportagens
  Autor/Fonte: Daniel Silveira - G1 - Firjan
  Data: 10/08/2019

    RJ baterá recorde em royalties do petróleo em 2019, estima Firjan


 

Projeção é de que caiam na conta do estado até R$ 16 bilhões este ano. Tendência é de crescimento ainda maior nos próximos anos. 

Novos projetos na Bacia de Campos contratados nos últimos leilões já começam a refletir nos cofres do Rio de Janeiro.
 
A economia do Rio de Janeiro deve ganhar fôlego em termos de arrecadação este ano graças a recentes projetos contratados na área de exploração e produção de petróleo e gás.
 
A projeção divulgada pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) no dia 07/08/2019 é de alta constante para os próximos anos. O cálculo considera novos leilões previstos para o setor e expectativa de aumento ainda maior da produção.
 
Segundo a Firjan, a estimativa da ABESPetro é de que o Rio de Janeiro receba entre R$ 14 bilhões e R$ 16 bilhões em royalties e participações especiais em 2019 – um aumento de cerca de 10% na comparação com 2019.
 
Tudo o que o Rio sofreu no setor de petróleo e gás nos últimos anos, e que refletiu na arrecadação pública, não deve ser mais sentido se esses recursos forem bem aplicados, disse a gerente de Petróleo, Gás e Naval da Firjan, Karine Fragoso.
 
 
Por precaução, a especialista defende a criação de um fundo com os recursos de royalties. O objetivo é também resguardar o crescimento da indústria petroleira no estado.
 
Ela citou como exemplo o Espírito Santo que, inspirado em modelo norueguês, criou um fundo soberano com o que é arrecadado a partir da produção de óleo e gás, que é voltado exclusivamente para o fomento da própria indústria.
 
Esse fundo dá sustentabilidade para garantir recursos para superar uma nova crise. Esse é um mercado cíclico e uma nova crise há de acontecer no futuro, alertou Karine.
Para os próximos anos, estima-se um crescimento ainda maior na arrecadação de royalties e participações especiais.
 
Só para o segundo semestre de 2019 estão previstos a 16ª Rodada de Licitações, a 6ª Rodada de Partilha da Produção (pré-sal) e o leilão do excedente da Cessão Onerosa, todos com áreas ofertadas na costa fluminense.
 
Segundo comunicado da Firjan, a Cessão Onerosa é considerada a licitação mais importante do mundo nos últimos tempos, e deve proporcionar o pagamento de um bônus de assinatura de dezenas de bilhões de reais.
 
A federação aposta que os recursos podem colaborar com o desenvolvimento completo dos recursos petrolíferos já descobertos nestas áreas, proporcionando investimentos vultosos para o Brasil com a consequente geração de empregos.
 
A entidade prevê que Rio deve ser o estado mais beneficiado pelos novos investimentos, sobretudo na geração de emprego.
 
Meio milhão de vagas até 2027
 
Em 2018, o Rio de Janeiro tinha cerca de 5,2 mil empregados na operação e manutenção de unidades estacionárias de produção de petróleo e gás. Cálculos feitos pela Firjan apontam que, em 2027, este número chegue a 516 mil.
 
Segundo a Firjan, a estimativa é de que a cada US$ 1 bilhão investidos no setor de óleo e gás são gerados cerca de 25 mil postos de trabalho e que uma plataforma demande 300 trabalhadores diretos e outros 600 indiretos.
 
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) avalia que o Brasil tem um potencial de atrair investimentos na ordem de R$ 2,5 trilhões em dez anos. Já a ANP estima que o país terá, nos próximos anos, novas 20 plataformas do tipo FPSO em operação.
 
Outro cálculo feito pela Firjan aponta que para cada emprego direto na operação da unidade estacionária de produção, há geração de dois novos postos em atividades diretas e indiretas no ambiente de exploração e produção que, por sua vez, demandam outros oito novos postos em atividades de apoio.
 
Segundo o coordenador de Conteúdo de Petróleo, Gás e Naval da Firjan, Thiago Valejo, o Rio já está vivenciando a retomada de empregos no setor, embora tenha perdido 162 postos na área de exploração e produção ao longo de 2018. Ele observou que há demanda por profissionais especializados no segmento.
 
Das dez profissões mais demandas pela indústria de petróleo e gás, sete delas estão diretamente ligadas à operação, ou seja, são profissionais especializados, como engenheiros e técnicos. Há um interesse cada vez maior entre as empresas em encontrar profissionais especializados, disse.
 
 
 
 
Fonte: Firjan/ Sindicomb Notícias (08/08/2019)
Compartilhe este texto com seus amigos:
 



  Gasodutos
  Cogeração
  GNC

Informa Group

  CopyRight © GasNet - 2013