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GNV - Express  
  Autor/Fonte: EnergiaHoje
  Data: 29/7/2010

    Oferta pode baratear GNV


A promessa de um maior volume de gás a ser oferecido pela Petrobras já a partir de 2011, anima a Comgás a prever um preço mais competitivo para o GNV, em contraste com a perda sistemática de mercado – 12,32% no primeiro semestre - que o combustível vem sofrendo ante o etanol.
 

O vice-presidente de Suprimento e Grandes Mercados da empresa, Sérgio Silva, disse nesta quarta-feira (28/07) que a companhia tem grande expectativa de que o gás natural adquirido nos leilões da Petrobras possa ter parte do volume direcionado ao segmento a preços mais atraentes. Isso ainda depende de medida ainda em avaliação na Arsesp, mas que poderá entrar em vigor ainda entre agosto e setembro deste ano.

“Será importante também para recuperar a credibilidade prejudicada ao longo dos últimos anos”, destacou o executivo, que participou de coletiva de imprensa para divulgação do resultado financeiro da empresa no segundo trimestre de 2010.

Ampliando a rede
A Comgás deve começar ainda este ano a expansão da sua rede no município de Jundiaí. No primeiro semestre, a malha da companhia foi ampliada em mais de 300 km, resultando nos últimos 12 meses num total de 582 km. Os investimentos no período chegaram a R$ 169 milhões. Hoje a rede alcançou a marca de 6,5 mil km. Os principais sistemas em obras são Mogi das Cruzes, São Bernardo, Alphaville e Guarulhos.

Multa em última instância
A multa de R$ 2,7 milhões aplicada pela Arsesp na Comgás em razão de uma possível falta de diligência da empresa sobre as condições de renegociação do contrato de gás nacional com a Petrobras está em sua última etapa recursiva no órgão regulador paulista. Silva argumenta que não houve qualquer decisão lesiva aos consumidores e que as condições acertadas com a petroleira foram as melhores possíveis na ocasião.

“É necessário ver o mix da Comgás e não um contrato isoladamente. Temos uma tarifa hoje 30% menor do que a média nacional”. Já a discussão do mérito da questão, explica o diretor de Assuntos Regulatórios e Institucionais, Carlos Eduardo Freita Brescia, não deverá seguir para arbitragem. O assunto está em exame pela Comgás, Arsesp e Petrobras.
 


   
 
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