Congresso Ambiental A.Hak Dutos Liderroll Soluções Permanentes de Engenharia IBC Brasil
 
  Postos de GNV   Oficinas Credenciadas   Carta do Leitor   Patrocinadores   Fale Conosco   GNV    
 
 
  Página Inicial
  Gás Natural
  Termelétricas
  GD - Geração Distribuída
  GNL
  Distribuição
  Produção
  Legislação
  Nov. Tecnológicas
  Instituições
  Cursos & Eventos
   


Congresso Ambiental
Water Use
A.Hak Dutos
Stemac
Dresser Waukesha
    Acesse o Guia de Empresas do GasNet Acesse o Guia de Empresas do GNV
Termelétricas - Express
  Autor/Fonte: Zero Hora
  Data: 8/3/2010

    Apenas uma das quatro térmicas saiu do papel


Duas usinas previstas há 10 anos no Rio Grande do Sul já foram abandonadas e uma ainda pode se concretizar.
 

Anunciadas há 10 anos pelo governo federal, duas das quatro usinas térmicas previstas para o Rio Grande do Sul acabaram sepultadas pela não concretização da chegada de gás natural argentino à região metropolitana de Porto Alegre. Da lista que integrava o Programa Prioritário de Termelétricas, apenas uma saiu do papel. Mesmo assim, começará a gerar energia apenas em meados deste ano, enquanto o cronograma original previa a conclusão em 2003.

Projeto da estatal federal Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE), Candiota 3, no sul do Estado, está na fase final das obras. Movida a carvão, a usina conseguiu se tornar viável a partir da venda da energia em leilão realizado em dezembro de 2005.

Das outras três, a única que ainda tem possibilidade de ser construída é a usina de Seival, também em Candiota. O projeto, originalmente da mineradora Copelmi, foi vendido em 2007 para a Tractebel, do grupo franco-belga Suez. A empresa negocia a comercialização da energia para o Uruguai como forma de executar o empreendimento. Assim como Candiota 3, o combustível de Seival é o carvão mineral fartamente encontrado na região.

Menos sorte tiveram as térmicas que deveriam operar a gás. Prevista para ser construída em Triunfo, a Termogaúcha seria a âncora para tornar possível a construção do gasoduto Uruguaiana-Porto Alegre, que traria gás argentino para o Rio Grande do Sul. Como o país vizinho não tinha oferta suficiente para exportar, o projeto se desfez, apesar de até equipamentos já terem sido adquiridos. Afetada pelo mesmo problema da falta de gás, também não se concretizou a UTE do Sul, do grupo AES, prevista para Montenegro.

– Hoje é difícil contar com o gás argentino – resume Altino Ventura Filho, secretário de Desenvolvimento e Planejamento Energético do Ministério de Minas e Energia.

Como a Argentina enfrenta problemas até de abastecimento interno, Ventura lembra que a inexistência da garantia de oferta, além de tornar inviáveis novos projetos, levou ao fechamento das operações da AES Uruguaiana.

O secretário estadual de Infraestrutura, Daniel Andrade, tem esperança de que a geração a gás no Rio Grande do Sul ganhe impulso com o projeto de uma usina de mil megawatts em Rio Grande, abastecida por um terminal de regaseificação de gás natural liquefeito. Capitaneado pela Gas Energy, o negócio é avaliado em US$ 1,25 bilhão. Mesmo assim, Andrade entende que a centralização da política energética no governo federal dificulta o andamento de projetos de usinas a gás, a carvão e parques eólicos.

– Os Estados deveriam ter autonomia para a realização de leilões regionais de energia – diz Andrade.
 


   
 
Digite seu e-mail para receber nosso Boletim Semanal:
  
 
 
Digite o que deseja pesquisar:
Em
  
   
  Gasodutos
  Cogeração
  GNC
 
 
XXI World Energy Congress Montreal 2010
(12/9/2010 - 16/9/2010)
Montreal
PennWell
Fax: +1 (713) 963 6201

 
 
Rio Oil & Gas 2010
(13/9/2010 - 16/9/2010)
Rio de Janeiro
IBP - Gerência de Eventos
Fax: (21) 2112-9000

 
 
Integridade Estrutural de Equipamentos
(13/9/2010 - 17/9/2010)
Rio de Janeiro/RJ
NTT - Treinamento Avançado

 
 
 
 
  CopyRight © GasNet - 2007