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  GNV - Express
  Autor/Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul, Sorocaba/SP
  Data: 03/02/2010

    Triplicam as conversões de carros para gás natural


A conversão dos veículos movidos a gasolina e álcool para o gás natural veicular (GNV) vem aumentando na região de Sorocaba (SP)

A conversão dos veículos movidos a gasolina e álcool para o gás natural veicular (GNV) vem aumentando na região de Sorocaba. Em cinco meses o número de conversões de veículos cresceu 328,57%, passando de 14 em setembro do ano passado para 60 em janeiro de 2010. Os números são da Gas Natural São Paulo Sul, distribuidora de gás natural canalizado para 15 cidades na região Sul do Estado, entre elas Sorocaba.

As empresas especializadas estão sentindo o aumento na demanda de clientes em busca desse tipo de serviço. E a expectativa é que a procura aumente ainda mais, já que desde a última segunda-feira o Governo reduziu de 25% para 20% a quantidade de etanol anidro na gasolina, o que deve elevar o preço do combustível derivado do petróleo. Já o álcool se mantém em alta devido à escassez de cana-de-açúcar no mercado.

O aumento na procura por kits de gás natural é constatada pelo Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Sorocaba e Região (Sincopetro). “O que temos notado é que está havendo uma retomada da instalação de cilindros e de pessoas que tinham retirado o kit e estão reinstalando”, diz o presidente regional da entidade, Jorge Marques. “E agora vai ficar mais atrativo ainda, com o aumento do álcool e da gasolina”, completa.

Quem trabalha na venda e instalação dos kits de conversão está empolgado com o aumento da demanda e prevê faturar ainda mais daqui para a frente. “Já aumentou a procura, especialmente por causa da elevação no preço do álcool”, diz Mônica Ferraz de Moraes Sanson, proprietária de uma convertedora. Segundo ela, de dezembro para janeiro a procura pelos kits de conversão aumentou em 30%. “Mas ainda não está do jeito que a gente queria”, lamenta.

Retomada das vendas

A maior parte do ano passado foi sofrível para quem trabalha com gás natural, devido à crise econômica mundial e à baixa no preço do álcool. “Nem pedido de orçamento havia”, lembra Letícia da Silva, que trabalha em um centro automotivo. Porém, segundo ela, desde outubro as vendas aumentaram cerca de 40%.

A percepção da comerciante é confirmada pelos dados da Gas Natural São Paulo Sul. De setembro para outubro de 2009, o salto na instalação de kits foi de 200%, subindo de 14 para 42 veículos. No mês seguinte, o número chegou a 54, enquanto em dezembro houve queda para 39 carros alterados. Em janeiro foram 60 automóveis que passaram pela conversão.

Perda de potência

As vantagens oferecidas pelo abastecimento a gás natural - entre elas o desconto de 25% no IPVA - não são suficientes para atrair todos os motoristas. Quem possui veículo 1.0, por exemplo, teme perder a potência do motor com a conversão. A perda de desempenho do carro pode chegar aos 10%, inclusive porque mais peso é colocado no veículo. Um cilindro de GNV chega a pesar até 70 kg.

“Fica inviável. Se puser gás, não vai andar e meu carro mil (cilindradas) vai virar um carro com 750 cilindradas”, diz o tecnológo de processos Marcelo Henrique da Costa, que gasta cerca de R$ 600 por mês com gasolina. Se não fosse o problema da potência do carro, Marcelo diz que optaria pelo GNV: “Ele se paga. A longo prazo, compensa”.

A perda de potência é o motivo alegado também pelo inspetor de alunos Mateus Tiago Camargo da Silva. Mesmo dirigindo um automóvel 2.0, ele teme a queda no rendimento. “Se passar ao abastecimento a gás, perde força e pode judiar muito do motor”, afirma. Gastando cerca de R$ 400 mensais com gasolina aditivada, o inspetor avalia que nem mesmo a conversão do motor para o sistema bicombustível seria vantajosa: “Não compensa por causa do preço do álcool”.

A instalação de um kit de gás natural pode variar entre R$ 1 mil e R$ 3 mil, incluindo peças e mão-de-obra. Já uma reinstalação - para quem comprou o kit separado - sai por cerca de R$ 400. O dono do carro precisa também obter a autorização para transferir o documento, que informará o novo combustível utilizado no veículo. E é necessário ainda passar pela vistoria do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

Cuidados necessários

Quem opta pela conversão do seu automóvel para gás natural veicular precisa tomar algumas precauções. A principal delas é verificar se o estabelecimento onde será feito o serviço é reconhecido pelo Inmetro. Em Sorocaba, são seis as lojas autorizadas. A lista pode ser vista na página do Instituto na internet (www.inmetro.gov.br).

O cliente deve exigir que o estabelecimento faça o teste de emissões (o analisador de gases deve estar na própria oficina), forneça nota fiscal tanto do serviço quanto do kit e entregue o “Rol de Qualidade” (um regulamento do Inmetro) totalmente preenchido.

Para evitar problemas como o ressecamento das mangueiras de combustível, a formação de goma nos bicos injetores e também que a bomba do combustível original funcione com risco de dano por falta de lubrificação, o motorista deve rodar pelo menos cinco minutos por dia com o combustível original. Isso é possível virando a chave especial que é instalada no veículo no momento da conversão.

Preço do GNV pode cair em maio

Diferentemente do que acontece com o álcool e a gasolina, o gás natural veicular só pode ter reajuste uma vez por ano. Segundo Jorge Marques, presidente regional do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Sorocaba e Região (Sincopetro), os valores serão renegociados em maio. “A distribuidora faz o recálculo da tarifa, analisando uma série de itens e a expectativa é que haja nova redução no preço”, informa.

No mês de dezembro, já houve queda de 8% na tarifa do GNV. “É mais uma vantagem do gás natural, pois fica praticamente o ano inteiro com o mesmo preço. É mais estável e facilita para o dono do carro se organizar”, diz.

As vantagens são aproveitadas especialmente por quem trabalha com o automóvel, como taxistas, vendedores e motoristas que fazem o transporte de executivos. “A pessoa comum só faz a conversão quando usa muito o carro”, conta Mônica Ferraz de Moraes Sanson, da Auto Elétrica e Convertedora Sanson.

 

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