GasNet - O Site do Gás Natural e GNV    
Distribuição Produção Legislação Termelétricas GD - Geração Distribuída Novas Tecnologias Cursos & Eventos Instituições

Tenha o GasNet no seu celular

Disponível para iPhone na AppStore

Disponível para Android na GooglePlay

 
 
EXPOMAFE — Feira Internacional de Máquinas-Ferram ...
(7/5/2019 - 11/5/2019)
São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, Rodovia dos Imigrantes Km 1,5
Informa Exhibitions/Abimaq


 
 
FLAME 2019
(13/5/2019 - 15/5/2019)
Hotel Okura, Amsterdam
Informa Exhibitions
The European meeting place for the global gas & LNG industry

 
 
10ª edição Brasil Offshore | "Brasil Offshore – A ...
(25/6/2019 - 28/6/2019)
Centro de Convenções Roberto Marinho, Macaé (RJ)
FGuaraná Comunicação Estratégica
Horário: terça a sexta-feira, das 14h às 21h

 
 
Atena Engenharia Leia as histórias do Netinho (nosso mascote) Acesse a nossa seção e saiba tudo sobre GNV Leia as histórias do Netinho (nosso mascote)
  Geral - Atualidades
  Autor/Fonte: Mauricio Godoi / CanalEnergia
  Data: 03/04/2019

    PDE ampliará discussão sobre o papel de cada fonte, sinaliza MME


 Gás natural ganhará destaque na futura versão do documento com a meta e ajudará na busca de redução da tarifa de energia

 
 
O Ministério de Minas e Energia começou a dar os primeiros passos no sentido de desenvolver o próximo Plano Decenal de Energia. De acordo com o Reive Barros, secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, que abriu o primeiro evento do setor elétrico do ano, o Agenda Setorial realizado pelo Grupo CanalEnergia-Informa Exhibitions, o foco do plano está em ampliar a discussão sobre o papel das fontes na matriz para a busca da redução da tarifa de energia, classificada por ele como muito alta.

Nesse sentido, o mercado de gás natural ganha destaque porque pode atender a diferentes tipos de negócios, como o atendimento à demanda e a substituição das térmicas mais caras a óleo, cujos contratos estão próximos o seu final. Ele destacou que a expansão da malha de dutos de gás para o uso desses recursos é uma grande oportunidade para o país e incluiria também as distribuidoras estaduais e a indústria, pois, segundo comparação com esse segmento com Estados Unidos e Argentina, o país apresenta um grande potencial para crescimento. Para isso, o governo deverá apresentar em junho/2019 um plano para o desenvolvimento desse mercado. O uso desse recurso poderia se dar na modalidade de geração de base no SIN, e a adoção dos indicadores locacionais para a inserção da geração térmica.

A ancoragem desse mercado de gás será pelas térmicas. Temos um mercado importante e queremos usar a experiência do setor elétrico com produção, geração e transmissão e os nossos leilões, que são cada vez mais competitivos. Temos estabilidade e garantia de recebíveis. Pretendemos usar esse modelo para o setor energético, disse o executivo em sua apresentação.

Contudo, ele reconhece que ainda há um desafio sobre o pré-sal, que é a atração de investimentos na produção de gás. E ainda o desenho de contratação precisa ser feito e a resposta que se quer ter é se o transporte do gás dos poços para o continente se dará por gasodutos ou por navios de GNL e aproveitar a infraestrutura existente no país e todo o seu litoral para novas estruturas. Precisamos calcular o que é mais barato dentre essas duas alternativas, comentou ele.

Barros apontou que a visão do MME para o plano é determinar um programa mínimo do que ele chamou de Médias Centrais Hidrelétricas (MCHs), PCHs e CGHs, cujo potencial a ser explorado é de cerca de 15 GW. Nos estudos da Empresa de Pesquisa Energética, disse ele, estão ainda englobados a eólica offshore, a questão a integração entre a eólica, solar e armazenamento para maximizar a transmissão associada a essas fontes.

Além desses, destacou ele, está no plano a usina de Angra 3 para 2026, estudos sobre a mudança climática para avaliar o comportamento hidrológico e refletir isso no modelo do setor. E ainda, um plano decenal de eficiência energética, estudos para o desenvolvimento de outras usinas binacionais, bem como usinas a carvão mineral para o fomento dessa indústria, principalmente no sul do país.

O secretário incluiu ainda em seu discurso que os estudos continuarão a avaliar a inserção da GD e as novas tecnologias com o armazenamento, veículos elétricos, além da eficiência energética.

No geral, disse Reive, o MME mantém o posicionamento de respeito aos princípios do setor elétrico com a governança do setor entendendo o papel e respeitando os limites de atuação cada entidade sejam as agências reguladoras, ONS, CCEE e onde o MME pode atuar. Essa é uma visão importante, pois demonstra a estabilidade jurídica e regulatória, ressaltou.
 
 
 
 
Fonte: CanalEnergia News Diária (01/04/2019)
Compartilhe este texto com seus amigos:
 



  Gasodutos
  Cogeração
  GNC

Informa Group
EXPOMAFE 2019

  CopyRight © GasNet - 2013