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  Produção - Artigos
  Autor/Fonte: : Gerência de Imprensa Petrobras
  Data: 03/12/2017

    Petrobras e seus parceiros iniciam produção de Libra


 

A Petrobras e seus parceiros iniciaram, no dia 26/11/2017, a produção do bloco de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, com a entrada em operação do FPSO Pioneiro de Libra (unidade flutuante que produz, armazena e transfere petróleo), dedicado a Testes de Longa Duração e Sistemas de Produção Antecipada. Essa é a primeira unidade da Petrobras equipada para injetar todo o gás produzido durante os testes. Até o momento, foram perfurados 12 poços no bloco de Libra. Por sua magnitude, potencial de produção, boa qualidade do óleo e alto valor comercial, Libra abre uma nova oportunidade de negócios na indústria offshore.

O Pioneiro de Libra tem capacidade de processar, diariamente, até 50 mil barris de petróleo e 4 milhões de metros cúbicos de gás associado. Com duração prevista de um ano, o Teste de Longa Duração tem o objetivo de avaliar o comportamento do reservatório de petróleo e ampliar o conhecimento das características da jazida.

Depois da conclusão desse primeiro Teste, o FPSO Pioneiro de Libra será deslocado para operar os Sistemas de Produção Antecipada em outros poços de Libra. O objetivo será aumentar o conhecimento da jazida, como também apoiar o desenvolvimento e otimização de todas as futuras unidades a serem instaladas na área.

O consórcio de Libra é liderado pela Petrobras – com participação de 40% - em parceria com a Shell (20%); Total (20%); CNPC (10%) e CNOOC Limited (10%). O consórcio ainda conta com a participação da companhia estatal Pré-Sal Petróleo SA (PPSA) como gestora do contrato.

O FPSO "Pioneiro de Libra" é de propriedade da joint venture 50/50 formada pela Odebrecht Óleo e Gás (OOG) e a Teekay Offshore Partners L.P. (Teekay Offshore).

O bloco de Libra está localizado em águas ultraprofundas na Bacia de Santos, a cerca de 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

O FPSO Pioneiro de Libra é afretado e operado pela joint venture OOGTK e é responsável por realizar Testes de Longa Duração no Bloco de Libra. O FPSO poderá operar nos próximos doze anos a serviço do consórcio formado pelas empresas Petrobras (Operadora, com 40%), Total (20%), Shell (20%), CNPC (10%) e CNOOC Limited (10%), tendo como gestora do Contrato de Partilha de Produção a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA).

A unidade poderá atuar em lâmina d’água de até 2.400 metros de profundidade, terá capacidade de produção de 50 mil barris de óleo por dia, e de compressão e reinjeção de gás num volume total de 4 MM m3 /dia. A OOGTK terá aproximadamente 70 trabalhadores embarcados

Esse é um momento histórico para o país e para a Odebrecht Óleo e Gás que entregou esse FPSO, construído em parceria com a Teekay, em prazo alinhado com um benchmark de mercado mundial e com altíssima qualidade. Assim, a OOG se consolida como uma sólida empresa prestadora de serviços com base em excelência, rigidez financeira, forte estrutura de capital e com alta qualidade técnica, afirma Jorge Mitidieri, Diretor Superintendente de Serviços Integrados da Odebrecht Óleo e Gás.

Desde o batismo do FPSO, realizado em dezembro de 2016 no estaleiro Jurong, em Singapura – onde foi construído - a embarcação passou por testes de comissionamento e de mar. Após a chegada ao Brasil, a plataforma foi submetida a processos de aprovação de entidades e órgãos fiscalizadores e Petrobras, operadora do Consórcio.

Os contratos de afretamento e operação do FPSO Pioneiro de Libra foram celebrados em outubro de 2014, entre a OOGTK e a Petrobras, operadora do consórcio. A construção do navio foi iniciada ao final do mesmo ano, em Singapura. No ano seguinte, a joint venture formalizou o contrato de financiamento com bancos internacionais para a construção da embarcação.

Dados técnicos do FPSO Pioneiro de Libra

O FPSO (Floating Production Storage and Offloading) é um tipo de navio utilizado pela indústria petrolífera para a produção, armazenamento de petróleo e/ou gás natural e escoamento da produção por navios cisterna (petroleiros).  São empregados em locais de produção distantes da costa com inviabilidade de ligação por oleodutos ou gasodutos.

Operação:

12 anos - Testes de Longa Duração no Bloco de Libra

Local de operação:

Bacia de Santos

Capacidade de produção:

50.000 barris de óleo/dia e compressão e reinjeção de 4,000,000 Sm3/dia de gás associado

Profundidade para operação:

Lâmina d´água de até 2.400 metros

Fonte: Gerência de Imprensa da Petrobras (27/11/2017) - Portos e Navios (foto)

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