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  Termelétricas - Artigos
  Autor/Fonte: Maurício Godói / Canal Energia News
  Data: 24/11/2017

    Eneva busca solução para fechar ciclo em térmica no Maranhão


 Medida faz parte de TAC assinado em 2014 mas falta de leilão para mercado regulado nesse período não destravou projeto para adicionar 380 MW

A Eneva busca encontrar uma solução que possa destravar um investimento da ordem de R$ 1,6 bilhão e que faz parte do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado em 2014 entre a empresa e a Agência Nacional de Energia Elétrica. Nos termos desse acordo ficou estabelecido que a empresa deveria – entre outros fatores – fechar o ciclo da UTE Parnaíba I (676 MW) o que adicionaria 380 MW de potência até 2019, mas destinada ao mercado regulado. Ou seja, essa energia deveria ser negociada junto a distribuidoras por meio de um leilão.

Com a realização de dois certames para a expansão neste ano o A-4 e A-6 em dezembro/2017, esse prazo não é mais viável. A dúvida da geradora agora é saber quais caminhos deverão ser seguidos, já que não houve esse leilão. A empresa já até preparou o terreno para receber esse fechamento de ciclo, ele fica ao lado da planta alvo dessa medida.

O fechamento de ciclo da térmica não implicaria na necessidade de aumento da capacidade de produção de gás já que o processo de geração se dá por meio do aproveitamento dos gases que atualmente são descartados na usina. O diretor presidente do Complexo Térmico Parnaíba, Ronan Dias, explicou que a exaustão desses gases é feita a 600 graus Celsius. Ao reaproveitar essa temperatura para aquecimento de água em uma caldeira a exaustão desses gases ainda existe, mas a uma temperatura muito menor, 80 graus Celsius. Esse processo já existe no complexo que ele dirige na UTE Parnaiba II (519 MW) e esse modelo seria replicado.

Segundo o gerente de relações institucionais da Eneva, Damian Papolo, a companhia iniciou conversas com o Ministério de Minas e Energia para dar continuidade ao projeto. Uma alternativa poderia ser um leilão de eficiência, um movimento que já foi realizado no passado. Até porque os editais como do A-4 e A-6 não permitem apenas o fechamento de ciclo, a fonte térmica com ciclo combinado só vale para empreendimentos novos, o que não alcança a situação da Eneva. “Estamos jogando fora uma potência de 380 MW que poderia ser produzida no Brasil sem o uso de uma molécula adicional de gás natural”, definiu o executivo.

Vender no mercado livre também não é vista como uma solução por conta da dificuldade em obter financiamento para o projeto. A questão de não ter contratos de longo prazo para apresentar como recebíveis aos bancos inviabiliza a operação. Além disso, a TAC já indica que o aumento da capacidade é para o atendimento do mercado regulado, mas isso vem em uma época em que as distribuidoras estão em busca de reduzir seu volume de contratos por conta da demanda menor que a projetada no passado.

O complexo térmico foi construído no interior do Maranhão na bacia do rio Parnaíba. À época do seu descobrimento foi classificado como meia Bolívia de gás natural pelo fundador da empresa, Eike Batista, que perdeu o controle da geradora quando seu conglomerado de empresas ruiu. Hoje as reservas provadas da Eneva estão em 17,7 bilhões de metros cúbicos de gás natural. Esse volume é muito menor do que o festejado no passado, mas ainda assim é suficiente para atender aos contratos desse que é o maior complexo térmico do país com 1.425 GW de capacidade instalada.

 

Desde junho, a empresa vem despachando sua capacidade quase máxima a pedido do Operador Nacional do Sistema Elétrico. Com isso o seu consumo está na casa de 8,4 milhões de m³ ao dia do insumo que é produzido pela própria empresa. Inclusive, destacaram os executivos da Eneva, a companhia vem mantendo investimentos para o desenvolvimento de novos campos. Tanto é assim que a previsão é de contabilizar dois novos poços em cerca de 30 dias de distância. O primeiro é o de Gavião Caboclo que iniciou a operação no início do mês de novembro e a expectativa é de que o de Gavião Azul fique pronto para produzir gás no início de dezembro. O poço original, o de Gavião Real, já começou a apresentar uma leve redução de produtividade, o que já era esperado pela empresa. A meta da empresa é a de manter as reservas na casa dos 18 bilhões de m³.

 

Fonte: Agência Canal Energia (21/11/2017)

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