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  Geral - Express
  Autor/Fonte: Gerência de Imprensa da Petrobras
  Data: 27/10/2017

    Conselho de Administração da Petrobras aprova reestruturação nas áreas operacionais da companhia


 


A economia estimada é de R$ 35 milhões por ano


O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, nesta quarta-feira (25/10/2017), a reestruturação nas áreas operacionais de Exploração e Produção e de Refino e Gás Natural da companhia. A iniciativa dá continuidade ao processo de reestruturação iniciado em junho de 2016, quando foram reduzidos aproximadamente 40% dos cargos gerenciais em áreas administrativas.

A reformulação visa adequar a estrutura e a gestão à visão estabelecida no Plano de Negócios e Gestão 2017-2021, dando mais competitividade à Petrobras. Os objetivos são capturar ganhos com o fortalecimento da estrutura organizacional e com a implementação de estruturas mais enxutas e ágeis, preservando a confiabilidade operacional e a segurança. Haverá uma redução aproximada de 11% no número de funções gerenciais, gerando uma economia estimada em R$ 35 milhões por ano.

Com a implementação do projeto, ao longo de 2018, alguns empregados poderão ser transferidos de acordo com atribuições e processos das gerências relacionadas, de forma a atender às necessidades da companhia. Não haverá demissões em função da reestruturação das áreas operacionais.

Na área de Exploração e Produção, a companhia redistribuiu, entre as unidades operacionais, os campos por tipo de reservatório a fim de equilibrar a produção entre elas e potencializar projetos de desenvolvimento da produção.  Com foco em produtividade, foi criada uma gerência executiva de Reservatórios para aumentar a geração de oportunidades de negócios por meio de novos projetos de desenvolvimento da produção, do aumento do fator de recuperação dos reservatórios e da incorporação sustentável de reservas. Além disso, a função Exploração foi centralizada com o objetivo de aumentar a sinergia entre os projetos.

A primeira mudança será em dezembro de 2017 com a implantação de algumas unidades do ativo de Búzios na UO-Rio. Em janeiro de 2018, ocorrerá a migração da gestão do Ativo Norte Capixaba da UO-ES para UO-BA.
Em julho de 2018, a operação dos campos de Barracuda-Caratinga passará a ser feita pela UO-BC, enquanto a de Albacora Leste será transferida para a UO-ES. Os três ativos estão alocados hoje à UO-Rio. Ainda em julho de 2018, será feito o remanejamento do Ativo de Albacora, hoje na UO-BC, para a UO-ES.

Em julho de 2019, os ativos de Sépia-Itapu e Libra serão criados na UO-Rio. Roncador e Frade, atualmente sob gestão da UO-Rio, passam a ficar sob gestão da UO-ES.  Em julho de 2020, a gestão dos ativos de Marlim Sul e Marlim Leste passam da UO-Rio para a UO-BC.
Na Diretoria de Refino e Gás Natural, as principais alterações são a otimização das estruturas das refinarias e fábricas de fertilizantes, preservando a segurança, a disponibilidade operacional e a eficiência. Além disso, haverá a criação de estruturas de Segurança Meio Ambiente e Saúde (SMS) e eficiência operacional no Gás Natural, otimizando estruturas de suporte.

 

Fonte: Gerência de Imprensa da Petrobras (25/10/2017)
 

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