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  Gasodutos - Artigos
  Autor/Fonte: Brasil Energia / Abegás
  Data: 30/08/2017

    Mesmo após fim de contrato, Bolívia estima demanda acima da capacidade do Gasbol


 Petrobras deve passar a importar 15 milhões de m³/dia e o restante ficaria com outros agentes, totalizando 39 milhões de m³/dia

 

Petrobras, Shell Brasil e mais cinco estados brasileiros negociam a compra de volumes de gás natural com a YPFB, estatal responsável pela venda do insumo da Bolívia. Com isso, as autoridades bolivianas estimam que após 2019 a demanda de gás boliviano será de 39 milhões de m³/dia - superior aos 30 milhões de m³/dia que o país atualmente exporta do país vizinho, embora a capacidade do gasoduto Brasil-Bolívia (Gasbol) seja do volume contratado atualmente.

 

De acordo com matéria do jornal La Razón, o ministro de Hidrocarbonetos da Bolívia, Luis Alberto Sanchez, disse que as negociações com a Petrobras avançam e a petrolífera brasileira renovaria o contrato, mas com uma compra de 15 milhões de m³/dia. Já a Shell, estaria negociando a compra de até 12 milhões de m³/dia, enquanto cinco estados brasileiros - cujos nomes não foram divulgados - levariam o volume restante, chegando aos 39 milhões de m³/dia calculados pelo estado boliviano.

 

A Shell tem interesse de comprar 12 milhões de m³/dia e cinco estados brasileiros, mais 12 milhões de m³/dia, então teremos uma demanda de 40 milhões de m³/dia, sinalizou Sanchez.

 

Há alguns dias, o embaixador brasileiro em La Paz, Raymundo Santos, havia dito que pelo menos seis estado brasileiros estariam negociando diretamente com a YPFB compra de volumes de gás natural.

O atual contrato de compra de gás da Bolívia termina em 2019, mas até 2021, a Petrobras está autorizada a retirar um volume residual de gás que já foi pago, porém não retirado, o chamado backup. A Petrobras tem sinalizado no mercado nacional que não pretende assumir o mesmo papel após 2021, abrindo espaço para que outros agentes de mercado negociem sua fatia com os bolivianos.

 

YPFB e MT Gás

 

Também em meados de agosto, o secretário de Desenvolvimento Econômico do Mato Grosso, Carlos Avalone, disse que o estado pretende não só comprar gás da Bolívia mas também assinar um memorando de entendimento para a YPFB se torne sócia na distribuidora estadual, a MT Gás. São coisas que já estão avançando bastante, disse ele, em evento com empresários brasileiros e bolivianos, em Cuiabá.

Avalone avaliou ainda que o gás boliviano será destinado ao abastecimento do distrito industrial da capital do estado e da Zona de Processamento de Exportação (ZPE), no município de Cáceres. Depois, o gás será levado para o consumo residencial e termelétrico.

 

Temos aqui a termelétrica, temos o gasoduto, precisamos do gás, nós não temos um acordo firme. Há prioridades anteriores a nossa, então nós temos interesse em ter um contrato firme, acrescentou ele.

 

Procuradas pela reportagem da Brasil Energia, a Shell Brasil informou que não irá comentar o assunto e a Petrobras não respondeu até o fechamento desta reportagem.

 

Fonte: Brasil Energia Online / Abegás (29/08/2017)

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