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  Termelétricas - Artigos
  Autor/Fonte: Brasil Energia / Redação Abegás
  Data: 03/07/2017

    Complexo termelétrico de Pedreira ganha mais capacidade instalada


Passou de 1.500 MW para ao menos 2.200 MW a previsão de capacidade instalada do complexo termelétrico a gás que Siemens, Gasen e AES Tietê planejam construir em área da Emae, ao lado da usina Fernando Gasparian, da Petrobras, na capital paulista. Os empreendimentos poderão participar de leilão de energia nova que o governo federal deve realizar em 2018, de olho em possível retomada gradativa do consumo elétrico até o final da década.

Somente a parte do empreendimento a cargo da Siemens e Gasen, cujo respectivo consórcio está em fase final de detalhamento, estaria se programando para instalar no local quadro módulos de turbinas com 400 MW cada, perfazendo 1.600 MW de potência, explicou o secretário de Mineração e Energia do Estado de São Paulo, João Carlos Meirelles. O investimento previsto é da ordem de R$ 6 bilhões, com consumo diário de gás estimado em 6 milhões de m³/dia. AES Tietê, que responderia pelos demais 600 MW, também está concluindo a parte burocrática de constituição de consórcio, mas com parceiros não revelados.

 “O escoamento da produção de energia será garantido por uma linha de transmissão que interligará a estação Piratininga à estação Bandeirantes – na Marginal do rio Pinheiros – cujo projeto já foi leiloado e está em construção”, disse Meirelles.

A disponibilidade de gás para alimentar o complexo já não é o maior problema, uma vez que a Petrobras reduziu sua importação da Bolívia, abrindo espaço para outros agentes interessados em trazer o energético, em futuro breve, e também deve aumentar ainda mais a exportação da Bacia de Santos em direção a São Paulo, por meio da Unidade de Tratamento Monteiro Lobato (Caraguatatuba), segundo o secretário.

O problema, destacou, é que até que a oferta total do volume necessário para o complexo fique disponível, será necessário usar GNL durante uma fase de transição, levando assim à necessidade de uma solução para questões tributárias que impedem ainda operações de swap de gás no Brasil.

“Posso trazer GNL para injeção nos terminais existentes do Rio de Janeiro, Bahia e Ceará,  mas o problema é que cada estado tem seu próprio tratamento fiscal para o gás natural, inviabilizando assim a movimentação de volumes de uma região para outra. A questão está em discussão no programa Gás Para Crescer e também é debatido num grupo formado pelo Confaz”.

 

Fonte: Brasil Energia Online / Redação Abegás (29/06/2017)

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