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  Autor/Fonte: Brasil Energia/Abegás
  Data: 03/12/2013

    Expansão para o interior


Plano de negócios de CEG e CEG Rio preveem investimentos de R$ 1,25 bilhão e redes de alta pressão para seis novos municípios do RJ

A Gas Natural Fenosa promete caminhar em direção ao interior do estado do Rio de Janeiro nos próximos quatros anos. Em meio ao processo de revisão tarifária de suas concessionárias CEG e CEG Rio, a companhia se comprometeu com a Agenersa, órgão regulador estadual, a investir R$ 1,25 bilhão até 2017 e levar sua rede de alta pressão a seis novos municípios, além de expandir o abastecimento para outros dois municípios por meio de carretas de gás natural comprimido (GNC).

De acordo com o plano de negócios 2013/2017 da empresa, aprovado pela Agenersa em outubro, a CEG Rio, responsável pela distribuição no interior fluminense, responderá por 61% dos 418 km de novos gasodutos de alta pressão previstos para o período. O planejamento contempla ainda 921 km de gasodutos de baixa e média pressão, num total de 1.339 km de novas redes.

A rede será expandida para os municípios de Maricá e Mangaratiba, na área de concessão da CEG; e Angra dos Reis, Cachoeiras de Macacu, Saquarema e São João da Barra, sob responsabilidade da CEG Rio. Embora não figurem na lista das principais economias do estado, esses municípios possuem potencialidades interessantes.

Do Açu a Maricá

O principal destino dos investimentos da Gas Natural Fenosa, São João da Barra, abriga o Porto do Açu, da LLX, agora sob controle do grupo norte-americano EIG. Embora assistam com cautela a crise do grupo EBX, que controlava a LLX, empresas como Technip e NOV, do ramo de linhas flexíveis, e Wärtsillä, de propulsores, já estão se instalando no local.

Cachoeiras de Macacu abriga uma fábrica da Brasil Kirin (ex-Schincariol), a única da empresa que ainda opera com caldeiras a óleo BPF. A cervejaria consome gás natural em cinco de suas oito unidades no país e em outras duas substituiu o óleo por biomassa. A ideia é antecipar o fornecimento à cidade com carretas de GNC.

Já Saquarema, na Região dos Lagos, possui um polo industrial em formação que conta com as indústrias de plástico Vitória Perfil, Bywer e Eva Power. Maricá, por sua vez, vive a expectativa em torno de um polo naval, com a construção de um terminal em Ponta Negra. O município, assim como Angra dos Reis, é abastecido atualmente por GNC.

Diante desses potenciais alvos no setor industrial, a Gas Natural Fenosa – que não dá informações sobre seus novos clientes – traçou como meta a conexão de 39 novas indústrias, sendo 20 na área de concessão da CEG e 19 na da CEG Rio, até 2017, sobretudo de pequeno e médio porte.

Além desses mercados que vão receber redes de alta pressão, a CEG Rio tem planos de iniciar projetos estruturantes com carretas de GNC em Itaperuna e Araruama. Itaperuna se destaca pelas fábricas de laticínios da Quatá e Marília e a fabricante de freios Boechat.

Compromisso antigo

As redes previstas para Maricá, Mangaratiba, Angra dos Reis, Cachoeiras de Macacu e Saquarema são compromissos antigos, assumidos no último ciclo quinquenal de investimentos, mas até hoje não realizados.

De acordo com a Agenersa, a CEG cumpriu apenas 67,9% dos investimentos financeiros previstos entre 2008 e 2012. No período, a companhia deixou de instalar cerca de 17 km de rede de alta pressão e 607 km de tubulações de baixa e média pressão.

A CEG Rio, segundo a agência reguladora fluminense, cumpriu bem menos: apenas 58,3% dos investimentos previstos. Ficaram pendentes aproximadamente 23 km de rede de alta pressão e 168 km de gasodutos de baixa e média pressão.

Tarifas caem por falta de investimentos

Por conta dos compromissos não cumpridos, CEG e CEG Rio foram penalizadas com a redução de suas margens no próximo ciclo quinquenal. Boa notícia para os consumidores, que viram as tarifas caírem, sobretudo os dos segmentos de climatização, cogeração e geração distribuída, os maiores beneficiados.

A redução das tarifas nesses setores reflete a opção da CEG por dinamizar esses nichos e aproveitar as oportunidades de negócios geradas pelas Olimpíadas. A Gas Natural Fenosa projeta a captação de apenas 14 novos clientes no segmento de climatização em 2016.

Apesar do preço mais baixo, a Cogen-Rio, que representa a indústria de cogeração do estado, avalia que as tarifas até 56% mais baratas para o segmento, dependendo da faixa de consumo, não são suficientes para revolucionar o mercado fluminense.

 “Já estão num nível mais apetitoso. Esperamos que essas tarifas aumentem a viabilidade dos projetos, mas continuamos com dificuldades regulatórias, como, por exemplo, a colocação dos excedentes”, explica o superintendente da entidade, Osório de Brito, referindo-se à Resolução 482/2012 da Aneel, que trata do envio de excedentes para a rede.

Brito resssalta que a regra da Aneel vale apenas para projetos de geração distribuída de até 1 MW, enquanto a maioria das unidades em operação no Rio de Janeiro tem capacidade superior a 5 MW.

 

 

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