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  Geral - Express
  Autor/Fonte: Brasil Energia
  Data: 13/07/2012

    Bolso cheio


Crescimento dos salários de óleo e gás no Brasil foi três vezes maior que a média mundial em 2011.
 

Cargos técnico-executivos estão alavancando a média salarial no setor de óleo e gás no Brasil. Profissionais como gerente de Desenvolvimento de Negócios Sênior, diretor de Perfuração e executivo Sênior em Geociências e SMS estiveram entre os que receberam os maiores aumentos salariais no país em 2011. E eles puxaram o forte crescimento salarial médio do Brasil no ano passado, de 27%, quase três vezes superior à média global, segundo o relatório “The Oil & Gas Global Salary Guide”, da Hays.

A expectativa é que essas mesmas áreas sigam liderando o crescimento esperado para 2012. Entretanto, um profissional em especial deve começar a ganhar destaque: o gerente Geral (general ou country manager), sobretudo em função da chegada de novas empresas estrangeiras ao Brasil. “As multinacionais precisam de um profissional brasileiro, habitualmente um engenheiro ou alguém com bons contatos com operadoras, para abrir suas operações no país”, explica o consultor da Hays Bruno Fonseca.

 

Para ele, a tendência é que, nos próximos dez anos, os profissionais brasileiros do setor petróleo já estejam entre os mais valorizados do mundo, equiparando-se aos noruegueses. Em 2011, de acordo com o estudo, o Brasil foi o sétimo colocado no ranking de médias salariais anuais locais, com US$ 119.600.

O principal motivador desse salto deverá ser a demanda dos EUA, onde, atualmente, a cada três profissionais que se aposentam, apenas um ingressa da indústria – situação diametralmente oposta à do Brasil. “Na próxima década, esses profissionais, com conhecimentos em perfuração, geologia, terão 30, 40 anos de idade, chegando ao auge de sua carreira. Os americanos sem dúvida virão pescar recursos humanos aqui ”, prevê Fonseca.

Com peso de 50% no crescimento salarial no setor de óleo e gás na América do Sul, o Brasil, ao lado de Austrália, China e Iraque, é descrito como um dos hotspots do aumento salarial global no ano passado, principalmente em função de grandes projetos em curso, o que aumentou ainda mais a pressão sobre o já restrito pool de recursos humanos capacitados.  

 

Outro ponto é o fato de que o forte incremento salarial do profissional brasileiro não atingiu os estrangeiros que trabalham no país, bem como em outros países que vêm incentivando a contratação de nativos, como Arábia Saudita, Omã e Venezuela. A média salarial da mão de obra importada no Brasil foi de US$ 106.700, 11% menor que a do trabalhador local.

Esse fenômeno, porém, não deverá aumentar a concorrência entre brasileiros e estrangeiros por altos cargos no setor. “Estamos bem protegidos pela política de conteúdo local”, justifica Fonseca. 

O estudo da Hays cobriu 24 áreas do setor de óleo e gás, em 53 países. Foram entrevistadas 14.400 pessoas, incluindo 5.400 empregadores e 1.200 funcionários de grandes petroleiras.

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