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  GNC - Artigos
  Autor/Fonte: Brasil Energia/Sindcomb Notícias
  Data: 18/08/2011

    GNC: As carretas aceleram


Após um crescimento sólido desde sua regulamentação, em 2003, a distribuição de gás natural comprimido (GNC) entrou em crise a partir de 2008 com a perda de competitividade do gás e a desaceleração industrial. No entanto, diante das perspectivas de crescimento da oferta de energético nacional no curto prazo, o uso do gás comprimido volta a ganhar força como alternativa para criar mercados consumidores em regiões onde o atendimento via gasodutos, quando viável, demandaria um tempo incompatível com a urgência de captar novos clientes.  

Nos últimos meses, distribuidoras de importantes mercados consumidores têm intensificado seus planos de interiorização via modal rodoviário, que inclui ainda o gás liquefeito (GNL) como solução. Caso de empresas como Bahiagás, Compagas e Copergás, que criaram uma nova onda de dinamismo para um mercado com crescimento ainda tímido.

“Tenho certeza de que o GNC vai se tornar uma ferramenta de grande valor para absorver parte da oferta crescente de gás no país. Os grandes centros consumidores já possuem redes, e a possibilidade de construir grandes gasodutos vai ficando mais limitada em função da inviabilidade econômica”, destaca o presidente da Associação Brasileira de Gás Natural Comprimido (ABGNC), Horácio Rubem Andrés. De acordo com as expectativas da associação, as vendas de GNC devem crescer entre 10% e 15% ao ano nos próximos anos.

Confiança na expansão

O otimismo da ABGNC é compartilhado pelas transportadoras. A Neogás, por exemplo, projeta um crescimento ousado, de 30% ao ano, nos próximos cinco anos. A ideia da empresa é instalar anualmente duas novas bases de compressão, o que lhe permitiria sustentar um crescimento superior ao da média nacional. Hoje a Neogás possui quatro bases – Barra Mansa (RJ), Betim (MG), São Francisco de Paula (RS) e Pojuca (BA).

Expandir a capacidade de compressão das atuais bases é uma estratégia também da White Martins. A companhia, assim como a Neogás, possui quatro bases de compressão: Araucária (PR), Caruaru (PE), Contagem (MG) e Vitória (ES), todas com capacidade para ampliação.

A expectativa da White Martins é que as unidades de Araucária e Caruaru, inauguradas no ano passado, devem levar três a quatro anos para ficar maduras. Com dois compressores instalados, a base paranaense, por exemplo, pode ser dobrada, enquanto as demais unidades podem receber mais um equipamento cada.

“O GNC para a White Martins é um negócio que cresce acima da média de crescimento do mercado de gases da companhia. Vamos investir pesado nessa expansão”, garante o diretor da empresa, Marcelo Rodrigues, que anuncia a construção de mais uma base de compressão no curto prazo.

Política de preços

Tamanho fôlego para expansões, porém, está intimamente associado à formulação de uma política de preços do gás natural. “O crescimento do mercado de GNC no país ainda é tímido. Mercados como Peru, Colômbia, Índia, Paquistão e Bangladesh crescem mais que o Brasil. Para viabilizar a expansão do gás comprimido aqui, o preço da molécula deveria baixar entre 10% e 15%”, argumenta o diretor da Neogás, Norberto Lassner.

Além do preço, outro fator preponderante para alavancar o GNC é o bom relacionamento com as concessionárias de gás canalizado. Segundo Andrés, da ABGNC, apesar de o canal de diálogo entre as empresas estar em franca evolução, algumas distribuidoras ainda resistem ao modal rodoviário, visto como concorrente.

“O mercado de GNC cresceu menos do que poderia muito em função do preço, mas também por questões culturais. É importante que a distribuidora entenda que o GNC é um modal desenvolvedor de mercado para elas mesmas e que a política de preços para as transportadoras de gás comprimido deve considerar isso”, comenta Andrés.

 

 Fonte: Brasil Energia/Sindcomb Notícias, agosto/11

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